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COE - Como avaliar se é um bom ou mal investimento?

Falaaaaa Galera tudo bem?


Hoje vamos conversar sobre "COE" Certificado de Operações Estruturadas, uma modalidade muito conhecida no exterior e após a Instrução CVM N° 569, de 14 de Outubro de 2015, esta modalidade de investimento se tornou possível no Brasil.

Mas o que é esse tal "COE"? É instrumento inovador e flexível, que mescla elementos de Renda Fixa e Renda Variável. Traz ainda o diferencial de ser estruturado com base em cenários de ganhos e perdas selecionadas de acordo com o perfil de cada investidor.

Então o investidor consegue ter a clareza de como irá ganhar dinheiro com o "COE" devido a analise dos cenários e ter a segurança que seu capital estará protegido, está é a maior atratividade do COE, pois ele permite que você invista em mercado de renda variável, porém caso o mercado vá contra seu cenário você terá seu capital protegido.


A dica chave para que você entenda que COE atua com cenários, e cada cenário tem um impacto dentro desta modalidade de investimento, vamos exemplificar abaixo:


COE acompanha a valorização das ações da Amazon até o limite de 12% na data de vencimento.


Rentabilidade máxima: acompanha a valorização das ações da Amazon até o limite de 12%.

Rentabilidade mínima: capital protegido. Ou seja, caso a ação da Amazon se desvalorize, o investidor recebe de volta o valor aplicado.

Prazo: 26 meses a partir da data de emissão, prevista para 30 de julho



Nessa estrutura você a rentabilidade máxima de 12% no período. E caso a ação da Amazon ao final do período esteja com rentabilidade negativa você terá seu capital protegido.


Riscos no COE:


Investir em COEs envolve três riscos principais. Conhecê-los bem permite que os investidores saibam se essa alternativa é a melhor diante dos seus objetivos financeiros:


• Risco de crédito do emissor: Ao adquirir um COE, o investidor se sujeita ao risco de crédito do banco emissor. Quer dizer que se a instituição financeira passar por alguma dificuldade, haverá impacto sobre os COEs também. E atenção: os certificados não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC);


• Custo de oportunidade: Para ter a garantia de receber o investimento inicial de volta, o investidor abre mão da rentabilidade de outra aplicação. Acabar no “zero a zero” é uma possibilidade real no caso dos COEs;


• Risco de liquidez: Os COEs têm uma data de vencimento fixa, e normalmente ela não ocorre no curto prazo. Em geral, os certificados são emitidos com prazos de pelo menos dois ou três anos, mas muitos podem chegar a cinco anos.


Tributação em COE:


A cobrança do imposto de renda incide somente no resgate da aplicação e somente em relação do rendimento (LUCRO) obtido. O responsável pelo seu recolhimento é a Instituição Financeira. Seguindo a seguinte tabela de Imposto de Renda:



Agora que você manja de COE, vale a pena investir? Tudo vai depender da estrutura de COE comercializada. Há estruturas boas e estruturas ruins.


Um grande abraço


Prof Fernando Gaspar


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